Dezembro é mês de festas... de confraternizações.
Época em que estamos mais sensíveis, mais compreensivos, mais tolerantes, mais solidários, mais humanos...
Época também em que celebramos as conquistas e que lamentamos as perdas, ou seja, refletimos sobre os acontecimentos.
Este DEZEMBRO tem um sabor especial: a conquista de um sonho, um canudo da UFRGS. Foram nove semestres de muita aprendizagem. É claro que de muito cansaço, de inseguranças, de muita leitura, de muitas reflexões...
Ontem, 10 de dezembro, aconteceu... foi a defesa dO MEU TCC. A escrita dele durou um semestre, mas para a construção do mesmo, foram nove semestres. Cada um deles representou uma batalha vencida.
Impossível descrever meus sentimentos no momento da banca. É claro que estava imensamente feliz mas não posso dizer que não estava preocupada pois era muita aprendizagem para vinte minutos de explanação. Mas consegui condensar tudo no tempo estabelecido e é claro que sempre fica a sensação de não ter dito alguma coisa importante.
Quando encerrei, apesar do esforço para me concentrar na apresentação das colegas, lembrei de cada uma das bancas dos trabalhos finais dos semestres. Em cada uma delas além da sensação de alívio, a reponsabilidade aumentava. Na primeira o meu grande problema foi criar um Power Point, veja bem... Hoje dominando as tecnologias digitais ,minha grande preocupação foi defender a possibilidade de utilizar os problemas encontrados em sala de aula para criar estratégias de ensino. Que salto! É claro que contei com Freire, Tardiff e Maturana. Freire muito mais do que qualquer outro. Inclusive usei alguns ditos seus, encontrados na obra Pedagogia da Indignação, para ilustrar meu trabalho, trancrevo-as aqui.
"O futuro não nos faz. Nós é que nos refazemos na luta para fazê-lo. As crianças precisam crescer no exercício de pensar, de indagar-se e de indagar, de duvidar, de experimentar hipóteses de ação, de programar e de não apenas seguir os programas a elas, mais do que propostos, impostos. As crianças precisam ter assegurado o direito de aprender a decidir, o que se faz decidindo."
Chego ao final do curso de Pedagogia/PEAD/UFRGS, ciente de que hoje sou a soma de todas as aprendizagens que realizei, de que carrego um pouquinho de cada um dos filósofos, sociólogos, pedagogos, psicólogos, pensadores, dos tutores e professores. Me tornei uma profissional e um ser humano muito melhor. Mas tenho ciência do meu INACABAMENTO, sei que muito há para aprender e sei também que não me bastará essa existência somente. Haverá outras!
Concluo esta postagem com uma frase de Nelson Mandela, que me guiou durante o estágio obrigatório e em muitos momentos da minha vida, "Sempre parece impossível até que seja feito."
Época em que estamos mais sensíveis, mais compreensivos, mais tolerantes, mais solidários, mais humanos...
Época também em que celebramos as conquistas e que lamentamos as perdas, ou seja, refletimos sobre os acontecimentos.
Este DEZEMBRO tem um sabor especial: a conquista de um sonho, um canudo da UFRGS. Foram nove semestres de muita aprendizagem. É claro que de muito cansaço, de inseguranças, de muita leitura, de muitas reflexões...
Ontem, 10 de dezembro, aconteceu... foi a defesa dO MEU TCC. A escrita dele durou um semestre, mas para a construção do mesmo, foram nove semestres. Cada um deles representou uma batalha vencida.
Impossível descrever meus sentimentos no momento da banca. É claro que estava imensamente feliz mas não posso dizer que não estava preocupada pois era muita aprendizagem para vinte minutos de explanação. Mas consegui condensar tudo no tempo estabelecido e é claro que sempre fica a sensação de não ter dito alguma coisa importante.
Quando encerrei, apesar do esforço para me concentrar na apresentação das colegas, lembrei de cada uma das bancas dos trabalhos finais dos semestres. Em cada uma delas além da sensação de alívio, a reponsabilidade aumentava. Na primeira o meu grande problema foi criar um Power Point, veja bem... Hoje dominando as tecnologias digitais ,minha grande preocupação foi defender a possibilidade de utilizar os problemas encontrados em sala de aula para criar estratégias de ensino. Que salto! É claro que contei com Freire, Tardiff e Maturana. Freire muito mais do que qualquer outro. Inclusive usei alguns ditos seus, encontrados na obra Pedagogia da Indignação, para ilustrar meu trabalho, trancrevo-as aqui.
"O futuro não nos faz. Nós é que nos refazemos na luta para fazê-lo. As crianças precisam crescer no exercício de pensar, de indagar-se e de indagar, de duvidar, de experimentar hipóteses de ação, de programar e de não apenas seguir os programas a elas, mais do que propostos, impostos. As crianças precisam ter assegurado o direito de aprender a decidir, o que se faz decidindo."
Chego ao final do curso de Pedagogia/PEAD/UFRGS, ciente de que hoje sou a soma de todas as aprendizagens que realizei, de que carrego um pouquinho de cada um dos filósofos, sociólogos, pedagogos, psicólogos, pensadores, dos tutores e professores. Me tornei uma profissional e um ser humano muito melhor. Mas tenho ciência do meu INACABAMENTO, sei que muito há para aprender e sei também que não me bastará essa existência somente. Haverá outras!
Concluo esta postagem com uma frase de Nelson Mandela, que me guiou durante o estágio obrigatório e em muitos momentos da minha vida, "Sempre parece impossível até que seja feito."

